Revista Veja destaca exemplo do Complexo Penitenciário de Ribeirão das Neves

Unidade, que é administrada por
parceria público-privada, é apontada pela publicação como uma exceção que
deveria ser regra no Brasil
 

Algumas das celas terão ocupação para até quatro detentos no novo complexo penitenciário, em Neves
Foto: Carlos Alberto / SEDS / Divulgação, License N/A
A edição desta semana da revista
Veja divulgou, com destaque, a experiência positiva do complexo penitenciário
de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Tido como
exemplo a ser seguido, o complexo permite aos presos, por exemplo, trabalhar e
estudar, com salas de aula bem equipadas e oficinas frequentes para produção de
calçados, macacões, capas de chuva e até de alarmes para residências.
O Complexo Prisional Público
Privado é composto por cinco unidades – três de regime fechado e duas,
semiaberto -, todas para presos do sexo masculino. A estrutura do complexo é
formada por cinco unidades prisionais e um edifício-sede composto pelas áreas
de administração; almoxarifado central; oficina de manutenção; lavanderia;
cozinha e padaria. Cada unidade do regime semi-aberto conta com oito salas de
aula, seis galpões de trabalho e um centro de atendimento de saúde. Já as
unidades do regime fechado são compostas pelos mesmos equipamentos, além de um
centro de convivência para os familiares dos presos.

Além disso, as celas comportam
quatro pessoas adequadamente e a atenção à saúde ocorre com hora marcada.
Ordem, disciplina e instalações apropriadas numa área de 17.000 metros
quadrados, que reúne 672 detentos e é mantida a partir de uma parceria
público-privada. Confira, a seguir, a reprodução do trecho em questão, retirado
da matéria “Por que ela morreu”, na qual a revista aborda a segurança
pública no Brasil. Clique na imagem para ampliar.

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