A história da Banda Marcial do Ginásio São José de Barroso

Na década de 1960, mais propriamente em 1967, nascia uma força jovem estudantil do então Ginásio São José, da Campanha Nacional de Educandário Gratuito, que tinha como diretor, nesta ocasião, o professor Paulo Terra, que não media esforços para apoiar ideias como a de que vamos falar.
Neste momento histórico, em plena ditadura militar, quando a maioria dos grêmios estudantis eram cassados, um grupo liderado pelo aluno Oswaldo Silva criava o “Grêmio Estudantil Cônego Luiz Giarola Carlos”, que tinha como principais objetivos incentivar o meio estudantil a conhecer e promover leituras e a partir para a cultura teatral etc.
Da esquerda para a direita: Oswaldo Silva, Solange Reis, Arnaud Napoleão (Nonô), Wandinho do Lelei. Ao fundo, José Eugênio Neto. Maria Concebida (Bida) e Mozart Resende. Os outros componentes, que não apareceram, eram: Márcio Bernardo Meneghin, José Guedes, Júlio Eustáquio Pinto (Taú) e outros. Texto e foto de Oswaldo Silva.
Porém, naquele momento, a prioridade maior do grêmio era formar uma fanfarra para incrementar suas comemorações de datas cívicas, como na foto que ilustra esta matéria: o primeiro desfile de 7 de setembro realizado na parte da tarde. Isso porque os barrosenses saíam para assistir aos desfiles em São João del-Rei e Barbacena. Essa tradição durou de 1967 até 2012, quando o desfile passou a ser realizado pela manhã.
Essa fanfarra ganhou o nome de “Banda Marcial do Ginásio São José de Barroso”. Como mostra a foto ao lado, a chegada do desfile acontecia na sede da banda, onde hoje funciona a Escola Municipal Arthur Napoleão. Ao fundo, tem-se a construção do prédio onde funciona a Padaria Aleva.
Na foto, temos os seguintes componentes, da esquerda para a direita: Oswaldo Silva, Solange Reis, Arnaud Napoleão (Nonô), Wandinho do Lelei. Ao fundo, José Eugênio Neto. Maria Concebida (Bida) e Mozart Resende. Os outros componentes, que não apareceram, eram: Márcio Bernardo Meneghin, José Guedes, Júlio Eustáquio Pinto (Taú) e outros de que não me lembro.
Esta banda foi sucedida pelo Colégio Municipal de Barroso e pelo FAPI. O grêmio, inclusive, está vivo na escola Francisco Antônio Pires até hoje.
Esta banda foi formada a partir de doações dos alunos da época, da Câmara Municipal e de algumas pessoas e comerciantes, que custearam o valor de RC$ 1.800,00 (mil e oitocentos cruzeiros).

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